Warrior Nun – Freiras guerreiras são a nova aposta da Netflix

Morreu, mas passa bem
Aviso: texto possui spoilers
Warrior Nun é a mais nova aposta da netflix. A série traz como personagem principal Ava (Alba Baptista) uma recém morta e ressuscitada garota que por anos viveu presa a uma cama. A série é uma adaptação da HQ escrita por Ben Dun na década de 90.
De início a história pode parecer como um clichê de baixo orçamento. Com demônios, seitas religiosas e relíquias poderosas definitivamente não é um conceito novo. Entretanto algo me dizia que aquilo poderia vingar, afinal freiras guerreiras não são com certeza muito vistas no mainstream. Aliás, a última vez que prestei real atenção a uma freira foi quando a Whoopi resolveu ir pro convento cantar.
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A história de warrior nun em seus primórdios passos trás Ava saindo de sua antiga vida “literalmente saindo” e sendo tragada a essa nova realidade presa a suas costas, um objeto considerado sagrado da qual agora ela é a portadora. Enquanto ela curte sua nova chance de aproveitar o mundo também descobre que não será tão fácil viver nele sem lutar. Ava aos poucos vai tendo uma bela evolução gradativa na série ainda que em certo ponto pareça ter sido forçado e manipulado em benefício dos interesses da Irmandade. Destaque para o rápido romance de Ava e JC (Emilio Osorio). A faísca ali saltou aos meus olhos no primeiro ato.
freiras de guerra, não de canto
A Irmandade de freiras guerreiras realmente nos trás um conceito do qual raramente (pra não dizer nunca visto por mim) foi usado. Irmãs trocando seus terços por espadas e se tornando a justiça mais secreta do Vaticano.
Alguns personagens aqui merecem destaque como a irmã Lilith (Lorena Andrea), apenas o seu nome já seria uma real blasfêmia contra todo o conceito de religiosidade se não combinasse tão bem com a personagem e com o seu futuro desenvolvimento na série.
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Irmã Beatrice (Kristina Tonteri-Young) que definitivamente tem o maior equilíbrio emocional ( além de uma educação privilégiada) de todas. E talvez a possibilidade de um futuro affair com Ava! A Madre superiora (Sylvia de Fanti) passei 90% da série odiando aquela criatura, pra no fim ela me fazer quase chorar.
Julgamento final (achei o título bem apropriado)
Eu realmente gosto de como o conceito visual entre perversidade vs divindade foi tratado aqui. Sinto que precisa apenas um pouco mais de orçamento pra avançar a exploração deste. O guarda-roupa dos personagens, principalmente os uniformes das freiras precisam melhorar. O final da temporada deixou um gancho que foi definitivamente um gancho. Com isso quero dizer que eu espero profundamente que a Dona Netflix não me decepcione e lance a season 2 o mais rápido possível.
Abaixo acompanhe o trailer da primeira temporada de Warrior nun
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